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CARO CLIENTE...ULTIMO PRAZO PARA PARCELAMENTO DO

IPVA/2014 COM PLACA FINAL 1  - 10/01/2015.

ACOMPANHE PELA TABELA ABAIXO.

 PAGAMENTO IPVA 2015/SC

Final placaQuota única1ª parcela2ª parcela3ª parcela
1
31/jan10/jan10/fev10/mar
2
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0
31/out10/out10/nov10/dez

SOMOS CREDENCIADOS PELO DETRAN - SC A EMITIR  O "LICENCIAMENTO" DE SEU VEICULO NO ESCRITÓRIO. EM APENAS 5 MINUTOS VOCE SAI COM SEU DOCUMENTO NA MÃO.  

            

VIAJE TRANQUILO!

NÓS CUIDAMOS DO SEU DOCUMENTO.

                               FIQUE ATENTO PARA FAZER COMUNICAÇÃO DE VENDA DE SEU VEICULO

 
A importância de fazer a comunicação de venda
   Art. 134. No caso de transferência de propriedade, o proprietário antigo deverá encaminhar ao órgão executivo de trânsito do Estado, dentro de um prazo de trinta dias, cópia autenticada do comprovante de transferência de propriedade, devidamente assinado e datado, sob pena de ter que se responsabilizar solidariamente pelas penalidades impostas e suas reincidências até a data da comunicação.
                                                                                                        (Código de Trânsito Brasileiro)

   O comprador tem o prazo de 30 dias para efetuar a transferência e, se descumprir o prazo, terá de pagar multa de R$ 127,69 (infração grave, prevista no art. 233 do CTB). O antigo proprietário – que, sem a transferência, continua sendo legalmente o proprietário – vai arcar com todas as demais multas, e sua respectiva pontuação, que forem aplicadas com base na placa do veículo.
   Não existe outra forma de defender-se da irresponsabilidade alheia que não a comunicação de venda. O procedimento é simples: basta tirar cópia autenticada do CRV preenchido, assinado e com firma reconhecida e entregar essa cópia ao órgão de trânsito onde o veículo estiver registrado. A informação de que foi efetuada venda é inserida no sistema e exime o antigo proprietário de qualquer irregularidade cometida com o veículo.

   • Se o CRV for assinado por procuração, é necessária a apresentação dessa procuração. Da mesma forma, em se tratando de veículo de pessoa jurídica, é preciso que se apresente o contrato social e, se for o caso, também o instrumento de procuração.

ATENÇÃO:
  O recibo deve trazer todos os dados do comprador, incluindo município de residência. Após a venda, é o comprador quem vai ter o nome lançado na dívida ativa do Estado se deixar de pagar o IPVA.
   Para não correr o risco de responder por infrações de trânsito cometidas por outrem, convém evitar a praxe cada vez mais comum de negociar o veículo, entregar o CRV em branco e passar procuração aos comerciantes para concretizar a transação.

 
Fiscalização sobre cadeirinha começou em 1º de setembro de 2010.
   A fiscalização sobre o uso de dispositivos de retenção no transporte de crianças, que começaria a ser feita no dia 9 de junho, começa na próxima quarta-feira, 1º setembro. A falta de "cadeirinhas", especialmente nos grandes centros, como São Paulo, justificou o adiamento.
   Apesar do adiamento, as regras continuam válidas. A Resolução 277, que aborda o assunto, buscou estabelecer condições mínimas de segurança para o transporte de
crianças com idade inferior a dez anos, buscando acostumar a população ao uso dos dispositivos de retenção e, dessa forma, diminuir os riscos em casos de colisões ou brusca desaceleração.

   No Brasil, os acidentes de trânsito ainda são a principal causa de morte de crianças entre 1 e 14 anos de idade. Segundo dados do Ministério da Saúde, 40% das mortes desta faixa etária estão relacionadas a acidentes de trânsito. A estatística aponta ainda que para cada morte, outras quatro crianças ficam com sequelas permanentes. Entre os acidentes, estão os atropelamentos, crianças na condição de ciclistas e de passageiros dos veículos. A boa notícia é que estudos americanos indicam que 71% destas lesões podem ser evitadas com o simples uso do dispositivo de retenção durante o transporte das crianças.
   O uso do cinto de segurança não basta para garantir que estejam protegidas, pois foi desenvolvido para pessoas com no mínimo 1,45 m de altura. Os dispositivos de retenção conhecidos como bebê-conforto, cadeirinha, assento de elevação e cinto de segurança diminuem drasticamente as chances de mortes e lesões de crianças em casos de colisão.
   Cada dispositivo de retenção tem uma forma específica de instalação. Por isso, é importante seguir as instruções do manual do bebê-conforto, da cadeirinha e do assento de elevação. Os veículos também trazem em seus manuais especificações sobre a instalação dos dispositivos de retenção. É importante ler e seguir as indicações. Outro passo fundamental é verificar se o equipamento possui o selo de certificação de Padrões de Segurança Brasileiro (selo do Inmetro). No caso de dispositivos importados, deve-se observar o certificado de qualidade que deve vir traduzido para o português.
Saiba que equipamento de segurança usar
na hora de transportar a criança
BEBÊ-CONFORTO
Da saída da maternidade até 1 ano


Voltado para o vidro traseiro, com leve inclinação, deve ser preso pelo cinto de segurança do veículo. As tiras devem ficar ajustadas ao corpo da criança, com um dedo de folga.
CADEIRINHA
De 1 a 4 anos


Deve ser instalada de frente para o painel e presa pelo cinto de segurança do veículo.
ASSENTO DE ELEVAÇÃO
De 4 a 7 anos e meio


Deve ser utilizado com o cinto de segurança de três pontos para que passe nos locais corretos do corpo da criança: pelo centro do ombro e do peito e sobre o quadril.
CINTO DE SEGURANÇA NO BANCO DE TRÁS
Acima de 7 anos e meio a 10 anos


A criança pode usar apenas o cinto de segurança quando conseguir apoiar as costas por inteiro no encosto e dobrar os joelhos na borda do banco. Nesse caso, o cinto passará pelo centro do ombro e sobre o quadril.

Os dispositivos de retenção devem estar de acordo com o peso
e a altura das crianças, conforme as instruções dos fabricantes.

ÁLCOOL E DIREÇÃO NÃO COMBINAM.                                         

 

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